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Em nova carta, detalhes da relação de Henry e Jairinho vêm à tona: ‘Meu filho dizia que ele era um homem mau’

Além de cartas a Leniel, a delegado e a advogados, Monique desabafou com sua família em relato.

Reprodução: G1 / Metropolitana FM - Fotomontagem por Vieira Filho

Na noite deste domingo (02), o Fantástico divulgou, com exclusividade, uma nova carta escrita por Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, escrita na cadeia.

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Na última semana, o programa havia divulgado o primeiro relato de Monique, que, assim como o segundo, apresentava versões diferentes das que a professora contou à Polícia em seu depoimento.

As cartas da mulher têm sido usadas, pela sua defesa, em uma tentativa de que a Polícia permita que Monique preste mais um depoimento, visto que, para a instituição que investiga o caso, mais um relato não seria necessário.

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Em meio a relatos para o delegado do inquérito, para os advogados e para Leniel, seu ex-marido e pai de Henry, Monique também escreveu para a sua família.

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Carta para a família

Na carta, a professora inicia dizendo que tem passado dias difíceis na cadeia e que sente muita falta de seu filho. Na sequência, Monique começa a contar sobre Jairinho, declarando que foi usada e violentada.

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Henry e Jairinho

Na parte do meio de seu relato, a professora trouxe à tona a conturbação pela qual passava a relação entre Henry e Jairinho. Nessa parte, Monique contou o que seu filho pensava sobre o padrasto ao dizer: “Meu filho dizia que ele era um homem mau”. Na sequência, a professora se lamentou ao dizer que não acreditava em Henry.

Após isso, Monique aproveitou para narrar à sua família, que Jairinho “é um homem ruim, doente, psicopata e esquizofrênico”

Posteriormente, a mulher pede a ajuda de seu pai e solicita que o homem não fique com raiva de Leniel, seu ex-marido, uma vez que daria tudo para resgatar seu relacionamento com ele.

Professora vem sendo ameaçada

Na parte final de sua carta, Monique revela estar vivendo dias pavorosos na cadeia, em que vem sendo ameaçada de morte pelas presas: “Todos os dias elas gritam dizendo que eu vou morrer e que vão me matar”.

A defesa de Jairinho não quis se pronunciar após as cartas de Monique.

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