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Monique escreveu diário com 50 páginas dias após a morte de Henry; informações são reveladoras

O material foi entregue pelos pais da professora à defesa e deverá ser analisado nesta semana.

UOL | Imagem Ilustrativa | Montagem Ingrid Machado

Presa, Monique Medeiros segue não sendo ouvida novamente pela polícia. A professora, que viu a vida de luxo mudar drasticamente após a morte do filho, tenta de todas as formas prestar um novo depoimento à polícia. Na primeira ocasião, Monique afirmou que ela e o namorado, Jairo Souza, viviam bem e que o vereador era um ótimo padrasto para o filho.

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Henry faleceu sob circunstâncias misteriosas no último dia 7 de março enquanto estava na companhia do casal. Após ser presa, a mãe do menino revelou que teria sido coagida em seu primeiro depoimento, e que foi obrigada a mentir. A professora contou, ainda, que vivia com o ciúme constante e com o comportamento agressivo de Jairinho.

Na última semana, Monique escreveu uma carta de 29 páginas de dentro da prisão. No documento, a mãe de Henry narra um suposto relacionamento abusivo vivido ao lado do vereador, além de afirmar que ela e o filho já teriam sido agredidos pelo mesmo. O casal está preso preventivamente sob suspeita de participar da morte de Henry.

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De acordo com o site O Dia, os pais da professora entregaram um diário escrito por ela dias após a morte do filho. O documento teria cerca de 50 páginas. A defesa de Monique tenta traçar um perfil de mãe amorosa, rebatendo a fala do pai biológico de Henry. O engenheiro Leniel Borel, ex-marido da professora, afirmou que ela não desejava ser mãe.

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Em entrevista, o pai de Henry afirmou que a ex-mulher ficou frustrada ao saber que seria mãe e que chegou a reclamar de mudanças em seu corpo. Nos escritos analisados pela defesa, Monique afirma que era uma mãe amorosa e que sempre desejou Henry.

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