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Mãe que perdeu bebê de 6 meses para Covid-19 lamenta morte: ‘Ele estava bem, mas em dois dias, ele se foi’

A criança teve várias paradas cardiácas e a mãe acredita que houve negligência do hospital.

Crescer

A mãe do pequeno Joaquim, de apenas seis meses de vida, precisa lidar com a dor de ter perdido o filho de forma tão precoce. Infelizmente, o pequeno entrou para a triste estatística das pessoas mortas pela Covid-19 no Brasil. Desde que começou no país, em março de 2020, a doença já matou quase 400 mil pessoas.

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Apesar dos estudiosos e profissionais da saúde afirmarem que os pequenos tem chance menor de desenvolver a forma grave do vírus, ainda existem exceções. De acordo com a mãe da criança, Valdirene Fortes Carvalho, moradora de São Luís, estado do Maranhão, o que aparentava ser apenas uma gripe acabou evoluindo de uma maneira rápida.

Ela conta que o filho ficou internado por 15 dias, estava bem, brincava e se alimentava normalmente, sequer parecia estar doente. “Não parecia estar doente. Mas em dois dias, piorou e se foi”, desabafou a mãe durante um depoimento emocionado ao portal de notícias Crescer. A maranhense acredita que o hospital foi negligente com o filho e que teria agido tarde demais.

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A mulher conta que o filho, o pequeno Joaquim, completou seis meses de vida no dia 14 de fevereiro e dois dias depois começou a apresentar sintomas gripais: tosse e febre. Ela acreditava ser uma gripe comum, porém no dia seguinte o filhou acordou cansadinho e foi quando buscou ajuda.

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No começo, os médicos acreditavam ser bronquiolite, o menino chegou a fazer o teste da Covid e deu negativo, deixando a família aliviada. A criança ficou internada na UTI e aparentemente o menino estava melhor. Após dois dias internados no local, ele voltou a apresentar febre e a médica disse que ainda tinha chiado, solicitando a realização de um novo raio-x e outro teste de Covid.

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A radiografia mostrou que ele tinha pneumonia e o resultado do teste de Covid-19 deu positivo. A mãe relatou que foram dias difíceis e o filho foi piorando até que foi necessário entubar a criança. Passamos 15 dias internados e em apenas dois dias, ele se foi. “Foi tudo muito rápido, Inexplicavél e inaceitavél”, desabafou a maranhense. Infelizmente, ele sofreu várias paradas cardíacas e na última não sobreviveu.

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