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Homem que matou mulher a marretadas tem histórico de agressões e passou anos no manicômio: ‘Justiça soltou’

Mulher estava indo para mais um dia de trabalho, quando acabou sendo atacada por aposentado.

UOL

O caso de morte da doméstica Roseli Dias Bispo, de 46 anos, na madrugada na última segunda-feira (26), na linha1-Azul do Metrô, em São Paulo, causou forte comoção nacional. A mulher ia para mais um dia de trabalho, quando foi atingida por golpes de marreta de um aposentado de 55 anos que estava na mesma composição. A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

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O agressor, que foi espancado na sequência por outros passageiros que estavam no local, permanece internado na Santa Casa da Misericórdia sob custódia da polícia. De acordo com informações da TV Bandeirantes, Luciano Gomes da Silva tem um histórico de agressões contra mulheres sem motivação.

O acusado do crime bárbaro já esteve em um hospital de custódia penal por causa desses crimes, mas acabou sendo liberado em 2018. O motivo para saída de Luciano, no entanto, não foi revelado. 

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Pai se pronuncia

Em contato com a reportagem do programa Brasil Urgente, da Band, o pai de Luciano, que não teve identificação revelada, disse que o filho estava lá “porque a Justiça soltou” e esteve por “muitos anos” no manicômio judiciário. 

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Surto

De acordo com testemunhas que estavam na composição no momento do ataque, Luciano estava ao lado de Roseli. A mulher, que ia para o trabalho, estava entretida no celular, quando foi surpreendida com os golpes de marreta. A vítima sofreu afundamento de crânio, chegou a ser submetida a um procedimento cirúrgico, mas não resistiu. 

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Em conversa com os agentes policiais, após ser salvo de um linchamento maior, Luciano revelou usar medicamentos, e ter “ouvido vozes” para executar a ação criminosa.

O caso está sob responsabilidade da Delpom, sendo registrado como homicídio qualificado, e algumas testemunhas devem ser ouvidas nos próximos dias.

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