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Vacina contra a Covid: governo toma atitude decisiva e divulga notícia positiva para as mulheres grávidas

Ministério da Saúde deu, nesta segunda-feira (26), mais um importante passo para grávidas e puérperas.

Reprodução: Poder 360 / Câmara dos Deputados - Fotomontagem por Vieira Filho

Na última segunda-feira (26), o Ministério da Saúde deu mais um passo importante em relação à vacinação contra a Covid-19.

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Desta vez, o órgão governamental decidiu incluir, nos grupos prioritários da vacina, as mulheres grávidas com, no mínimo, 12 semanas de gestação, e as puérperas, que tiveram filho há pouco tempo.

No dia 15 de março, a vacinação das gestantes já havia entrado em pauta, entretanto, apenas em relação às que estavam grávidas e possuíam alguma comorbidade.

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Mesmo com a decisão tomada nesta segunda, as grávidas incluídas nos grupos de risco continuam tendo prioridade na vacinação.

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Em nota, o Ministério da Saúde informou que, para a tomada de decisão, considerou o aumento do número de óbitos maternos decorrentes da doença. Dessa forma, o Programa Nacional de Imunizações confirmou a decisão de adicionar grávidas e puérperas nas prioridades da vacinação.

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Situação da vacina no Brasil

Atualmente, os grupos prioritários para o recebimento da vacina contra a Covid -19 incluem idosos (indivíduos com mais de 60 anos), pessoas com deficiência, moradores de abrigos ou asilos, povos indígenas e quilombolas e comunidades ribeirinhas. De acordo com o Ministério da Saúde, os grupos anteriormente citados já foram 100% vacinados, exceto idosos abaixo de 70 anos.

Os profissionais da saúde, que também possuem prioridade em relação à vacina, fazem parte de um grupo que, também de acordo com o órgão governamental, já foi 97% vacinado.

O Brasil conta, hoje, com dois tipos de imunizantes, a CoronaVac, produzida pela farmacêutica Sinovac com o Instituto Butantan, e a Covishield, desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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