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Ketelen é enterrada em Japeri com forte indignação do pai

Ele afirma que a madrasta fez com que Gilmara se isolasse de todas as pessoas que conhecia

Yuri Eiras - Jornal O Dia

Ketelen Vitória, que morreu no último sábado aos 6 anos depois de cinco dias internada após uma série de agressões de sua mãe Gilmara de Oliveira e sua madrasta Brena Luane, foi enterrada na tarde deste domingo (25/04), no Cemitério Municipal de Engenheiro Pedreira, na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense. 

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O pai da criança, Roger da Rocha, deu fortes declarações sobre a conduta da mãe que na opinião dele era omissa nos momentos em que Ketelen era agredida pela madrasta. 

Ele afirma que foi impedido de ter contato com a criança nos últimos nove meses, depois que Gilmara se mudou de cidade para morar com a nova companheira em Porto Real.

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De acordo com Roger, ele ficava nervoso com essa situação, e sempre perguntava para a sua mãe se ela ainda tinha contato com elas. Ele afirma que Gilmara perdeu todas as redes sociais, trocou o telefone e se desligou completamente das pessoas do Rio. Roger relembrou que a única vez em que Gilmara entrou em contato com sua família foi para pedir recursos para voltar para o Rio de Janeiro. No entanto, em momento algum ela falou de agressão. 

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Roger da Rocha garante que Brena Luane foi a responsável por afastar Gilmara de todo mundo. Ele chama a companheira de Gilmara de monstro e diz que Brena não a deixou voltar para o Rio. 

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Gilmara, a mãe de ketelen, e Brena, sua madrasta, se encontram presas preventivamente em Bangu. Inicialmente as duas foram autuadas pelo crime de tortura, no entanto, agora elas devem responder também por homicídio qualificado por conta da morte da garota.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com