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Menina que foi torturada e agredida pela mãe e madrasta ficou 5 dias em coma grave; ‘cabeça batida na parede’

Ketelen passou cerca de 48 horas sendo vítima de torturas da madrasta e da própria mãe.

Extra

A pequena Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de 6 anos, foi mais uma vítima de uma morte brutal com tortura e agressão. A menina, que já era privada de uma alimentação saudável, foi alvo de uma sessão de torturas feita pela madrasta e a própria mãe, e acabou não resistindo aos diversos ferimentos. Foram cinco dias de internação em coma gravíssimo, até o óbito ser registrado na madrugada deste sábado (24).

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O caso comovente foi registrado na cidade de Porto Real, no interior do Rio de Janeiro. As duas suspeitas pela ação criminosa estão detidas de forma preventiva desde a última quarta-feira (21), após confessarem a autoria das agressões e torturas contra a criança.

Gilmara Oliveira de Farias, 28 anos, e a companheira, Brena Luane Barbosa Nunes, 25 anos, passaram o último final de semana torturando e agredindo Ketelen de forma cruel. O “estopim” para o início da ação se deu após a menina tomar um simples copo de leite. 

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As lesões

Depois de 48 horas de incessantes torturas e violência, a menina de 6 anos foi levada para o Hospital São Francisco de Assis, em Porto Real, em estado grave. Segundo o jornal “Extra”, a vítima “levou socos e chutes, sua cabeça foi batida numa parede e ela chegou a ser jogada do alto de um barranco de sete metros”.

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No documento onde oficializou a prisão preventiva de Brena e Gilmara, o juiz Marco Aurélio detalhou na última quarta-feira (21) que o estado da menina era gravíssimo, com grandes riscos de morte ou da vítima ficar em um estado vegetativo. Na madrugada deste sábado (24), Ketelen, que já vinha apresentando uma piora significativa, acabou sofrendo uma parada cardíaca, e apesar dos protocolos de reanimação, ela não resistiu.

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O sepultamento da vítima está marcado para ocorrer nesta tarde (25), em Japeri, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O pai da menina foi responsável por efetuar a liberação do corpo dela.

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