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Menina que foi agredida com socos, chutes e chicoteadas pela mãe e madrasta tem piora: ‘Coma gravíssimo’

Vítima teve uma grave lesão neurológica e segue sendo monitorada pela equipe médica.

Carta Capital - Unicamp - Montagem

O quadro de saúde da menina de 6 anos que foi agredida e tortura pela própria mãe e a madrasta em Porto Real, no Rio, teve uma significativa piora nas últimas horas.

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Conforme o último boletim divulgado para unidade particular onde ela se encontra internada, a vítima está em “coma gravíssimo e sofreu deterioração das funções vitais nas últimas 12 horas apresentando hipotermia, hipotensão arterial e queda do volume urinário“.

Ainda segundo o hospital situado em Resende (RJ), a menina está recebendo alimentação via sonda. 

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Prisão preventiva

A mãe e a madrasta da vítima que, confessaram a autoria das agressões contra a criança, tiveram a prisão preventiva decretada na última quarta-feira (21), após decisão do juiz Marco Aurélio da Silva Adania. 

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Segundo o magistrado a menina vinha sendo privada de alimentação há alguns meses. Na determinação da prisão das duas acusadas, o juiz já informava que o quadro de saúde da criança era de risco, com a vítima podendo vir a óbito ou ficar em um estado vegetativo, em função da grave lesão na cabeça. 

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A criança foi agredida por um longo período. A rotina de violência contou inúmeras agressões, que perduraram por mais de 48h, alternando entre socos, chutes, além de chicoteadas com fio de TV.

Quando socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), na última segunda-feira (19), a menina estava agonizando e tinha várias lesões pelo corpo. No primeiro momento, ela foi levada para o Hospital São Francisco de Assis, situado em Porto Real, e posteriormente foi transferida para uma unidade particular na cidade vizinha.

Após a realização do socorro da vítima, uma equipe da Polícia Militar foi acionada para ir até o endereço onde a criança morava. No local, os agentes efetuaram a prisão em flagrante das duas mulheres, que responderão pelo crime de tortura. 

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