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Laudo complementar aponta que Henry agonizou por cerca de 4 horas antes de morrer; ferimentos foram gradativos

O novo documento foi incluído no relatório final do inquérito sobre a morte da criança.

R7

A Polícia Civil do Rio de Janeiro está perto de encerrar o inquérito sobre a morte de Henry Borel no último dia 8 de março. Testemunhas foram ouvidas e documentos foram anexados no relatório final das investigações. De acordo com o site IG, um laudo complementar realizado no corpo do menino mostra como teriam sido seus últimos momentos.

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No documento assinado pelo perito legista Leonardo Huber Tauil, foram respondidas cerca de 16 perguntas feitas pelo delegado responsável pelo caso, Henrique Damasceno. As investigações se concentraram em descobrir em quais circunstâncias Henry faleceu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros, e com o padrasto, Jairo Souza.

O documento anexado ao inquérito aponta que o menino agonizou por cerca de 4 horas antes de falecer devido a uma hemorragia do fígado que foi lacerado. O perito afirma que o sangramento teve início entre 23h30 de 7 de março e 3h30 do dia seguinte. Henry chegou sem vida ao hospital.

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O laudo também demonstra que as lesões encontradas no menino foram produzidas gradativamente, em um período longo de tempo. No primeiro depoimento à polícia, Monique afirmou que havia sido ela quem encontrou o corpo do filho. Porém, na última semana, a professora mudou seu depoimento e afirmou que encontrou Jairo ao lado do corpo da criança naquela noite.

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O casal está preso de forma preventiva por suspeita de homicídio duplamente qualificado e por terem atrapalhado o curso das investigações. Em mensagens recuperadas do celular de Monique, a polícia descobriu que a professora demonstrou gratidão à empregada da família que contou à polícia que nunca havia observado nada estranho na casa. A funcionária também mudou sua versão no segundo depoimento.

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