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Pai de Henry se diz no ‘fundo do poço’ e ataca Jairinho: ‘Não é maluco. É psicopata lúcido, assassino’

Leniel Borel entregou o filho para a ex-esposa no dia 7 de março, após passar o final de semana com o garoto.

REPRODUÇÃO: RECORD TV

O caso de morte do menino Henry Borel de Almeida, de 4 anos, gerou uma forte comoção nacional e uma ampla repercussão. As investigações do inquérito que apuram o óbito da criança está em reta decisiva. Diante de todas as revelações já surgidas do caso, o pai da vítima, o engenheiro Leniel Borel, diz estar no “fundo do poço” pela perda irreparável.

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Em entrevista exclusiva ao portal Metrópoles, o pai de Henry detalhou o sentimento vivenciado nas últimas semanas, e disse estar se apegando em Deus para amenizar o sentimento de dor. 

Revoltado e desolado com tudo o que aconteceu, Leniel chamou o médico e vereador Dr. Jairinho de “psicopata” e “assassino”, além de não isentar a ex-esposa, Monique Medeiros, de culpa, no caso bárbaro em que poderia ter protegido Henry e evitado a morte do filho. 

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“O papel do Jairinho é claro para todo mundo. Trata-se de um assassino. Teve que acontecer com meu filho para a gente tirar um psicopata da sociedade. E você vê que ali não tem remorso algum. Você vê pelo semblante, pela cara, pelas coisas que estavam acontecendo. E não é maluco, não. É um psicopata lúcido”, disparou Leniel.

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Ainda segundo o pai de Henry, no dia do sepultamento do filho, Jairinho estava cercado de seguranças e veio dar um abraço nele, que foi prontamente recusado. Leniel disse que Jairinho não tinha nenhum parentesco com ele e seu filho que acabara de morrer e, por isso, não queria abraçá-lo. O engenheiro afirmou ter procurado a assessora do parlamentar para justificar a ação.

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Reta decisiva 

A apuração do inquérito que investiga a morte do menino Henry está bem próxima de ser concluída. A única pendência no momento é o resultado do laudo de perícia executado no celular de Jairinho. A Polícia espera encontrar novas evidências que possam trazer informações importantes para o caso. 

Em conversas recuperadas no aparelho de Monique Medeiros, os investigadores encontraram as mensagens da babá de Henry, Thayná de Oliveira, alertando a professora sobre as agressões praticadas por Jairinho contra o menino. Até um vídeo da vítima mancando, que havia sido apagado, foi recuperado. Provas estas, tidas como vitais para o encaminhamento do inquérito, que já conta com quase dois meses de investigações.

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