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Caso Henry: infectada com Covid-19, Monique Medeiros é levada para hospital fora da prisão

Monique Medeiros está detida em unidade prisional situada em Niterói, no Rio de Janeiro.

REPRODUÇÃO RECORD / BBC / TV GLOBO

Detida desde o último dia 8 de abril por conta de suspeita de envolvimento no caso de morte do próprio filho, onde atrapalhava as investigações, Monique Medeiros foi diagnosticada com Covid-19, na última segunda-feira (19), e precisou ser levada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, um dia depois.

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De acordo com informações do portal G1, a mãe do menino Henry já retornou para a unidade prisional em que aguarda o julgamento do caso. Por conta do quadro da Covid-19, ela segue em isolamento social

Reta decisiva

A Polícia Civil espera concluir o inquérito até a próxima sexta-feira (23). As autoridades afirmam ter provas suficientes para encerrar as investigações e encaminhar o caso para o Ministério Público. A defesa de Monique Medeiros vem insistindo por uma nova oitiva dela, e já chegou a acionar o MP-RJ.

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Diretor do Departamento-Geral de Polícia da Capital, o delegado Antenor Lopes, já deixou claro que o inquérito pode terminar normalmente sem um novo depoimento de Monique Medeiros, tendo em vista que acusações feitas por ela contra Jairinho não foram comprovadas, e sequer citadas anteriormente, quando ela tinha outra defesa. 

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“A versão dela [Monique, sobre agressões que teria sofrido] era para proteger o companheiro, Jairinho, inclusive pedindo para a babá apagar as mensagens que indicavam as agressões ao menino no dia 12 de fevereiro”, disse Lopes em entrevista à rádio CBN.

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O diretor da DGPC afirmou que não surgiram indícios de que Monique sofria agressões e ameaças do parlamentar. O delegado citou como exemplo a proximidade que os dois tinham quando foram presos no início do mês.

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