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Monique Medeiros relata medo e diz que Jairinho lhe forçou a inventar versão do que aconteceu naquela noite

A defesa da professora espera que ela seja ouvida novamente pela polícia, para que toda a verdade venha à tona.

Divulgação/Polícia Civil

A professora Monique Medeiros, mãe do garoto Henry Borel, morto no dia 8 de março após agressões que provocaram hemorragia hepática, afirmou através de sua defesa que, desde quando começou a se relacionar com o vereador Dr. Jairinho, no final do ano passado, passou a sofrer agressões verbais e físicas do parlamentar. Definindo o relacionamento deles como abusivo, os advogados de Monique afirmam que ela foi manipulada para ajudar Jairinho após a morte da criança.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro que cuida do caso ainda não definiu se a professora será ouvida novamente para relatar essa nova versão. Já a defesa pontua que as outras testemunhas que mentiram em seus depoimentos, como a empregada doméstica e a babá Thayná, tiveram uma nova oportunidade para contar a verdade. 

Monique Medeiros confidenciou para a sua advogada que a versão dita por ela do que aconteceu na noite da morte de Henry foi imposta pelo vereador, que a obrigou mentir dizendo que seria o melhor para todos, inclusive para ela. 

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A verdade sobre a noite da morte do garoto não foi revelada pela defesa de Monique. A advogada Thaise Mattar Assad afirma que sua cliente contará tudo quando tiver a oportunidade de prestar um novo depoimento. 

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A defesa disse ainda que Monique Medeiros não agiu após saber que seu filho era agredido por Dr. Jairinho porque tinha medo do parlamentar. Há ainda relatos de que o vereador passou a dopar a professora após a morte de Henry, e tomou posse do celular de Monique, a bloqueando de todo o mundo externo.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com