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Caso Henry: polícia diz que Monique Medeiros mentiu sobre atitude dela após enterro; mensagens expõe verdade

Monique Medeiros e Dr. Jairinho foram detidos no dia 8 de março, quando a morte do menino completou um mês.

REPRODUÇÃO GLOBO / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS

Em reta decisiva nas investigações do caso de morte do menino Henry Borel de Almeida, de 4 anos, a Polícia Civil identificou através de mensagens recuperadas e comprovação feita junto à testemunhas que, a mãe do garoto, Monique Medeiros, mentiu ao justificar sua ida ao salão de beleza no dia seguinte ao sepultamento da criança.

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Segundo a defesa da professora, ela teria feito apenas um reparo no seu alongamento capilar, o mega-hair, após ter tido uma crise de desespero, arrancando tufos de cabelo. Entretanto, o estabelecimento negou fazer este tipo de procedimento, e destacou que a mãe do menino fez mais serviços do que o cabelo, gastando R$ 240 em tratamentos estéticos. 

Em uma conversa recuperada pela polícia, o salão de beleza envia uma mensagem no dia 12 de março, mesma data do atendimento, discriminando todos os procedimentos realizados: “pé: R$ 39; mão: R$ 35; conserto: R$ 27; tratamento: R$ 139”. 

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Outras ações de frieza

Este não foi o único comportamento frio de Monique que chamou a atenção. Na varredura feita no celular da professora, as autoridades identificaram que ela buscou por aulas de inglês e cursos de culinária nos dias seguintes à morte da criança. No primeiro depoimento prestado à polícia, Monique chegou a tirar uma selfie na delegacia, apresentando um pequeno sorriso. 

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Quadro de Covid-19

Após passar mal na última segunda-feira (19), Monique Medeiros pediu atendimento médico e foi diagnosticada com sintomas do coronavírus. Testada na unidade prisional, a professora recebeu a notícia que contraiu a Covid-19 e ficará em isolamento social. 

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