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Caso Henry: desespero, ameaças e infecção por Covid-19, mãe do menino passa maus bocados na prisão

Monique Medeiros está detida desde o começo do mês no Instituto Penal Ismael Sirieiro.

REPRODUÇÃO RECORD TV / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS

Detida desde o último dia 8 de abril, a professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, vem passando por maus bocados na penitenciária em que se encontra situada em Niterói.

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Após conviver com cenário de ameaças e desespero nos primeiros dias de prisão, ela foi diagnosticada com Covid-19 na última segunda-feira (19). De acordo com informação divulgada inicialmente pela TV Globo, Monique Medeiros passou mal e pediu atendimento médico. 

Levada para o Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho, ela foi diagnosticada com sintomas do coronavírus. O teste foi realizado e a confirmação de positivo para a doença foi constatada. 

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Com isso, Monique Medeiros que já estava em isolamento padrão, cumprindo a quarentena de 14 dias, ficará em isolamento social no hospital. Maiores detalhes sobre o estado de saúde dela não foram revelados.

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Suspeita de envolvimento na morte do próprio filho, a professora cumpre prisão temporária de 30 dias, a exemplo do companheiro Dr. Jairinho, principal suspeito do caso. 

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Desespero e ameaças

Os primeiros dias de Monique Medeiros no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, não foram dos mais tranquilos. A recepção da professora contou com gritos de “uh, vai morrer” ecoado por outras presas enquanto a mãe de Henry era levada para a sua cela.

Na unidade, Monique chegou a entrar em desespero e chorar copiosamente por várias horas, chegando a intercalar momentos com gritos.

Monique e sua defesa tenta junto ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) obter o direito por um novo depoimento à polícia. A professora quer relatar os episódios de agressão que era vítima de Jairinho. A Polícia Civil sinalizou que a resposta deve sair até esta terça-feira (20). 

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