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Caso Henry: pai do menino toma importante atitude, 37 dias após morte do filho

O menino foi dado como morto no dia 8 de março após retornar da casa do genitor.

UOL

O engenheiro Leniel Borel, pai do menino Henry, criou, nesta semana, uma petição na internet. O objetivo do documento virtual, é que a Justiça aumente a pena para crimes cometidos contra crianças por pais ou padrastos.

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A petição de Leniel já alcançou mais de 20 mil assinaturas em algumas horas e tem como meta 25 mil. O filho do engenheiro foi declarado morto na madrugada do dia 8 de março deste ano enquanto estava sob os cuidados da mãe, a professora Monique Medeiros, e do padrasto, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho.

Desde a morte de Henry, Leniel tem se mostrado bastante abalado, principalmente em entrevistas. Ele havia deixado o filho algumas horas antes de a criança ser dada como morta em um hospital particular do Rio de Janeiro, para onde foi levado pela mãe e o padrasto.

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Jairinho e Monique estão presos desde o último dia 8. Eles são suspeitos da morte de Henry, considerando que o menino apresentava, após autópsia, lacerações e lesões condizentes com as de uma agressão e não de um acidente doméstico, como a mãe mencionou em depoimento.

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A defesa de Monique tem solicitado à Justiça do Rio de Janeiro a permissão para que a professora tenha a chance de dar um novo depoimento. Os advogados afirmam que a cliente tem declarações importantes a serem reveladas e que ela pretende falar a verdade sobre o caso.

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A Justiça do Rio estuda a possibilidade do novo depoimento da mãe de Henry, mas o delegado Antenor Lopes afirma que já há provas suficientes para o fechamento do inquérito.

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.