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Caso Henry: polícia dá prazo para acatar ou não pedido de Monique Medeiros nas investigações

Monique Medeiros segue cumprindo prisão temporária nas investigações do caso de morte do próprio filho.

REPRODUÇÃO GLOBO / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS

Suspeita de envolvimento no caso de morte do próprio filho, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, segue detida no Instituto Penal Ismael Silveiro, em Niterói, onde cumpre prisão temporária por 30 dias.

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Em reta decisiva das investigações do inquérito, a Polícia Civil espera encerrar o caso nesta semana e encaminhar toda a documentação ao Ministério Público para a sequência do processo. Nos últimos dias, a defesa de Monique vem pleiteando o direito para que a professora deponha novamente.

Em entrevista à CBN, o delegado Antenor Lopes, diretor do Departamento-Geral da Polícia Civil do Rio de Janeiro, disse que as autoridades definirão entre hoje (19) e amanhã (20) se vão deferir ou não o pedido da defesa da mãe de Henry, que promete trazer à tona revelações sobre supostas agressões praticadas por Jairinho. 

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Arrancou mega-hair

Conhecida por ser uma pessoa vaidosa, Monique teve alguns comportamentos atípicos poucos dias do filho morrer. Um dia após o sepultamento do menino, por exemplo, ela chegou a ir ao salão de um shopping, bem como procurou cursos de inglês e de culinária, conforme as investigações esclareceram.

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Sobre a ida até o salão de beleza, a defesa da mãe de Henry se pronunciou sobre o assunto, e alegou que Monique teve que ir até o estabelecimento que costumava frequentar, porque, em uma crise de desespero, ela arrancou tufos do seu mega hair – procedimento de alongamento de cabelos no qual fios são fixados no couro cabeludo em camadas. 

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Segundo o advogado de defesa, o nervosismo culminou nesta ação da professora, que posteriormente teve que buscar atendimento no salão. 

“Monique ficou desesperada, arrancou os cabelos porque tem mega hair. Foi esse o motivo de ela ter ido ao salão no dia seguinte. Ela não tinha como se apresentar daquela forma”, disse o advogado Hugo Novais. 

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