in

Caso Henry: diretor da polícia traz revelações sobre quando inquérito deve ser concluído

Monique Medeiros e Dr. Jairinho foram detidos no dia 8 de março, quando a morte do menino completou um mês.

R7

As investigações acerca do caso de morte do menino Henry Borel, de 4 anos, estão bem próximas de ser concluídas. Em entrevista à CNN neste domingo (18), o diretor do departamento-geral da Polícia Civil do Rio, Antenor Lopes, revelou que o inquérito deve ser finalizado nos próximos dias, com prazo máximo até o final da semana. 

Publicidade

Restando poucas oitivas pendentes e alguns resultados periciais, as autoridades pretendem reunir toda a documentação possível e encaminhar o caso para a Justiça. 

“A nossa expectativa [de conclusão] é para essa semana, terminando de juntar todas as peças técnicas e periciais à investigação e sanear determinados pontos de depoimentos de testemunhas para que possamos encaminhar isso ao Ministério Público e em seguida à Justiça, até porque essas prisões são temporárias e possuem prazo”, afirmou o diretor Antenor Lopes. 

Publicidade

Monique e Jairinho seguem detidos em penitenciárias distintas do Rio de Janeiro, cumprindo prisão temporária de 30 dias. Os dois foram presos por estarem atrapalhando as investigações onde são os principais suspeitos, bem como ameaçando testemunhas a combinação de depoimentos. 

Publicidade

Pedido da defesa

Com uma nova defesa, Monique Medeiros pede para ser ouvida novamente, com o objetivo de trazer revelações sobre supostas agressões cometidas por Jairinho contra ela. O pedido, no entanto, pode não ser aceito pelos investigadores. 

Publicidade

Segundo o diretor, a solicitação da mãe de Henry será analisa, mas até o momento a Polícia não encontrou indícios das ameaças e agressões que ela afirma ter recebido do parlamentar. 

Lopes destacou ainda que, quando os dois foram presos, eles estavam dormindo juntos, depuseram de mãos dadas e saíram da casa da tia, onde foram detidos, do mesmo jeito. 

No início da última semana, a babá de Henry, Thayná de Oliveira, de 25 anos, prestou depoimento e revelou informações importantes para o inquérito, relatando com detalhes os episódios de agressão de Jairinho contra o menino, e a passividade de Monique frente aos fatos.

A professora chegou a instalar uma câmera espiã para tentar flagrar as agressões que o filho era vítima, mas não obteve sucesso. O objeto foi encontrado por peritos em uma caixa no cômodo onde o menino dormia. 

Publicidade
Publicidade