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Caso Henry: pai do menino conta se sabia ou não que filho era dopado pela própria mãe; empregada relatou cena

Depoimento de empregada doméstica na última quarta (14), trouxe novas revelações.

UOL | DIVULGAÇÃO | MONTAGEM INGRID MACHADO

Em depoimento concedido na última quarta-feira (14), a empregada doméstica Leila Rosângela de Souza trouxe algumas revelações acerca da rotina no apartamento onde o menino Henry Borel, de 4 anos, vivia com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Dr. Jairinho.

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De acordo com o relato da funcionária, o vereador e Monique tomavam muitos remédios e costumavam dar para Henry três vezes ao dia por ele ser ansioso. 

Em seu primeiro depoimento, Rosângela havia ocultado algumas informações e mentido em outras, afirmando por exemplo que nunca havia visto o menino sozinho com o padrasto, algo desmentido por ela própria na segunda oitiva. 

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Pai se pronuncia

Diante desta revelação feita no depoimento da empregada, o jornalista Reinaldo Gottino, do programa “Balanço Geral”, da Record TV, entrou em contato com o pai Henry, o engenheiro Leniel Borel, para saber se ele tinha conhecimento ou não de que o filho era dopado pela mãe.

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Bastante abalado pela últimas informações que vieram à tona, Leniel foi sucinto, e garantiu não saber desta prática.

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“Quando ele ficava dias com você, ele não fazia uso de medicamento”, indagou Gottino. “O único remédio que Henry tomava era vitamina C, pra não ficar resfriado. Ele só tomava remédio quando ficava resfriado”, disse Leniel Borel. 

Defesa separada e troca de advogados

Monique e Jairinho seguem cumprindo prisão temporária em unidades prisionais distintas no Rio de Janeiro. Na última segunda-feira (12), Monique se desvinculou do mesmo advogado de defesa do vereador, e anunciou novos representantes.

No início da noite de ontem (14), o advogado André França Barreto, que havia ficado com a responsabilidade de representar o parlamentar, abandonou o caso. 

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