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Antes de ser supostamente torturado por Jairinho, Henry teve atitude com o padrasto de cortar o coração

De acordo com babá, antes da sessão de tortura praticada por Jairinho, Henry teria tomado atitude carinhosa com o padrasto.

Reprodução: Veja / O Globo - Fotomontagem por Vieira Filho

Há mais de um mês, a morte de Henry Borel, criança de apenas 4 anos, vem intrigando o Brasil pela multiplicidade de revelações que estão vindo à tona. Entre elas, destacam-se as declarações de Thayná Oliveira Ferreira, babá da criança.

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Nesta segunda-feira (12), Thayná foi até a 16ª Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca prestar seu segundo depoimento sobre o caso Henry. Sua primeira declaração aconteceu no dia 24 de março. No entanto, nesta semana, a babá revelou muitos fatos omitidos e desmentiu algumas narrativas do mês passado.

No novo depoimento de Thayná, a mulher contou detalhes sobre três episódios violentos de Jairinho, padrasto de Henry, contra a criança, um no dia 2 de fevereiro, outro no dia 12 e, o terceiro, na última semana do mesmo mês.

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A declaração da babá acerca do episódio do dia 12 foi a que mais chamou atenção, uma vez que foi embasada por conversas de Thayná com Monique Medeiros, mãe da criança.

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Henry abraçou o padrasto antes da tortura

De acordo com a babá, no dia dessa agressão, quando Jairinho chegou no apartamento da família, Henry teria ido abraçá-lo, sem saber que o esperaria poucos minutos depois. O padrasto, então, chamou a criança para o quarto com a suposta declaração de que queria mostrar a ele algo que teria comprado.

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Nas mensagens para a mãe, a babá contava, em tempo real, que Jairinho teria trancado Henry no quarto, mas que não conseguia ouvir o que acontecia, pois a televisão do cômodo estava muito alta. Posteriormente, quando Henry saiu do local, ele queixou-se, com a babá, de dores no joelho e na cabeça, provenientes da sessão de tortura pela qual Henry teria passado. Além disso, Thayná enviou um vídeo da criança mancando para Monique nas mensagens via WhatsApp.

Prisão do casal

Monique e Jairinho estão presos desde o dia 8 de abril sob a acusação de atrapalharem as investigações e ameaçarem testemunhas do caso.

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