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Em São Paulo, trabalhadores se arriscam a contrair Covid-19 em transporte coletivo lotado

Em horários de pico, ônibus e metrôs da capital paulista se encontram lotados, o que não permite o distanciamento social.

Foto: WILLIAN MOREIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O estado de São Paulo saiu da fase emergencial da quarentena e retornou a fase vermelha. Com a volta desta fase houve algumas flexibilizações do comércio, contudo, grande parte das lojas ainda continuam fechadas, restaurantes e bares continuam atendendo somente por delivery e retirada no local. Apesar das restrições ainda continuarem em vigor, o distanciamento social não é visto no transporte coletivo da capital paulista.

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Os que mais sofrem com a situação são os trabalhadores que necessitam de usar o transporte coletivo para chegarem aos locais de trabalho. Sem o devido distanciamento social e sem o oferecimento de álcool em gel nas estações, os passageiros se arriscam diariamente, principalmente nos horários de pico.

Com a alta demanda pelo transporte coletivo, seja ônibus ou metrô, o risco de contaminação por Covid-19 se torna muito elevado. Pela aglomeração de passageiros vários foram flagrados tocando o corrimão das escadas, contudo, como informado não é fornecido álcool em gel para os usuários. Para tentarem fugir da aglomeração alguns passageiros esperavam o esvaziamento das plataformas antes de se dirigirem a saída.

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O problema é ainda maior, pois o transporte público oferecido está em menor número. Várias empresas de ônibus diminuíram o número de veículos em suas frotas para cortarem os gastos, além disso, também houve a diminuição de trens no metrô.

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Apesar dos riscos de contaminação por Covid-19, alguns trabalhadores são obrigados a se deslocarem pelo transporte público. Nesta quarta-feira (12), o governo de São Paulo informou que 1095 vieram a óbito por conta da Covid-19.

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