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Caso Henry: laudo da reconstituição da morte do menino é revelado e traz informações impactantes

Garoto foi levado para o hospital já sem apresentar sinais vitais na madrugada do dia 8 de março.

UOL

O jornal a “Folha de S. Paulo” teve acesso ao laudo de reprodução simulada da morte do menino Henry Borel, de 4 anos. O óbito do garoto ocorreu na madrugada do dia 8 de março, e o caso tem a mãe dele, Monique Medeiros, e o padrasto, Dr. Jairinho, como principais suspeitos. Segundo o periódico, a criança já estava morta ao menos uma hora, quando saiu do apartamento para ser levado ao médico.

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A conclusão foi tomada pelos peritos após a reconstituição realizada no dia 1 deste mês, no apartamento onde o garoto morava com os pais. Os investigadores analisaram imagens do elevador, e evidenciaram que o casal saiu do local às 4h09. 

A “Folha” obteve uma foto do vídeo das câmeras de segurança do elevador, que mostra Henry de pijamas, enrolado em uma manta no colo de Monique com os olhos revirados. O padrasto dele, o vereador Dr. Jairinho também aparece nas imagens ao lado da mãe, segurando uma bolsa. 

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De acordo com o laudo, a vítima sofreu 23 lesões produzidas por ação violenta entre o intervalo das 23h30 e às 3h30 daquela noite. O corpo do menino apresentava hematomas em várias regiões, hemorragias em três locais da cabeça, laceração no fígado, e contusões no rim e no pulmão. O documento conta com 36 páginas e traz assinatura de oito peritos. 

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Depoimento da babá

Após omitir informações em seu primeiro depoimento, a babá Thayná de Oliveira, de 25 anos, prestou depoimento na 16ª DP (Barra da Tijuca), no início da tarde da última segunda-feira (12).

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A jovem, diferentemente do primeiro depoimento, fez fortes acusações contra Dr. Jairinho e Monique, e ainda contou que a mãe de Henry falou para ela mentir na primeira oitiva. As conversas recuperadas entre Monique e Thayná através de um software avançado, foram preponderantes para evidenciar a rotina de agressão que o menino era vítima. 

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