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Apenas São Paulo e Minas Gerais proíbem presença de público em cerimônias religiosas

Em São Paulo a fase emergencial já se encerrou, entretanto, a proibição de público continua.

ANSO/TINO ROMANO

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Kassio Nunes após uma decisão monocrática liberou a realização de cultos e celebrações religiosas com participação de público. A decisão levantou uma grande polêmica, entretanto, o próprio STF em votação com participação de outros ministros derrubou a decisão de Kassio Nunes. 

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Apesar da decisão do STF, apenas dois estados do Brasil continuam impedindo a participação de público em cerimônias religiosas. Trata-se de Minas Gerais e São Paulo que se apoiaram na decisão do Supremo Tribunal Federal em conceder aos estados e municípios o poder de vetar por conta própria atividades religiosas com participação de pessoas. A medida adotada pelos dois entes federativos visa combater o avanço da Covid-19, pois nesse momento a crise sanitária nos dois estados está começando a diminuir.

O estado do Ceará também estava proibindo a presença de público em eventos religiosos, mas no último sábado (10), o governador do estado, Camilo Santana (PT) usou suas redes sociais para declarar que as atividades serão gradualmente abertas e com a limitação de 10% do público a partir dessa segunda-feira (12). Apesar da liberação, o governador informou que todos os protocolos contra a Covid-19 devem ser seguidos.

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Em São Paulo, o governador, João Doria (PSDB) surpreendeu a todos quando assinou o decreto que determinou a volta do estado a fase vermelha da quarentena que é menos restritiva. Apesar do ligeiro relaxamento, o governador não autorizou a volta das atividades religiosas com público, mas liberou a volta do futebol.

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Em Minas Gerais, o governador, Romeu Zema (NOVO) decretou a onda roxa em todo o estado que somente permite que os serviços essenciais funcionem. 

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