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O que motivou Jairinho a matar Henry e ter mãe do menino como cúmplice? Especialista explicou

O menino morreu no último dia 8 de março sob circunstâncias ainda não descobertas.

UOL/Montagem

O nome do vereador Jairo Souza Santos Júnior e da professora Monique Medeiros Costa e Silva de Almeida ficaram entre os mais comentados da semana. Isso porque o casal é acusado de ter provocado a morte de Henry Borel, de quatro anos, na madrugada do último dia 8 de março, em um apartamento de luxo da Barra da Tijuca.

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Após investigações, Monique e o namorado foram presos, acusados de homicídio duplamente qualificado com aplicação de tortura, considerando que Henry, que era fruto do casamento da professora com o engenheiro Leniel Borel, apresentava lesões e lacerações condizentes com agressão.

O caso vem causando revolta no Brasil inteiro desde que foi divulgado. Uma das questões que tem sido levantadas por muita gente é: “qual foi o motivo de Dr. Jairinho ter cometido um crime tão bárbaro contra uma criança?”.

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O PhD, neurocientista e neuropsicólogo Fabiano de Abreu deu sua explicação sob o ponto de vista profissional sobre o que levaria uma pessoa como o vereador a ter atitude tão vil contra o enteado, com quem morava há poucos meses.

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A psicopatia é considerada um dos distúrbios mentais mais difíceis de diagnosticar e ser detectado. De acordo com o especialista, o psicopata pode parecer normal e até mesmo ser encantador, mas falta consciência e empatia“, disse Fabiano, considerando ser este o problema psicológico de Jairinho.

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O profissional da área de saúde mental ainda deu seu parecer sobre o que teria levado Monique a permitir que tal crime fosse cometido contra o próprio filho: “No caso de uma mãe tornar-se cúmplice, esta submissão está vinculada ao poder de sedução, envolvimento e persuasão do parceiro psicopata“, completa.

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.