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Mãe de Henry foi recebida com revolta em prisão e ameaça de morte; ela intercalou choro e gritos

Menino de 4 anos morreu no dia 8 de março, horas depois de ser deixado com mãe em um condomínio no Rio.

UOL

Detida desde a última quinta-feira (8), quando foi presa ao lado do atual companheiro, o vereador Dr. Jairinho, a professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, morto no dia 8 de março, tem passado por “mal bocados” no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói (RJ).

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De acordo com informações da colunista Juliana Dal Piva, do UOL, ao adentrar a unidade prisional, a mãe de Henry caminhou até sua cela isolada, sob os gritos em coro de “uh, vai morrer”. Acusada de envolvimento na morte do próprio filho, a docente cumprirá isolamento por conta da Covid-19 por duas semanas. Mas, diante do risco de vida, é bem possível que permaneça em uma cela longe das demais prisioneiras. 

Monique e Jairinho foram presos na manhã da quinta-feira (8), investigados pelo assassinato do menino Henry Borel. A detenção se deve ao fato deles estarem atrapalhando as investigações do caso e ameaçando testemunhas. 

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Recusa

Ainda segundo a colunista, Monique rejeitou a visita de um advogado que pediu para encontrá-la na unidade prisional. Responsável pela defesa do casal, o advogado André França Barreto afirmou que visitará a cliente na tarde deste domingo (11). Diferentemente do comportamento de quando foi presa, a professora tem chorado bastante, e usado medicamentos na prisão. 

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Mesmo tomando conhecimento das agressões que o filho sofria, em denúncias feitas pela babá que cuidava do menino desde janeiro, Monique não tomou nenhuma medida mais energética contra Jairinho, e acabou sendo conivente com as ações do parlamentar. 

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O vereador teve sua expulsão do partido Solidariedade anunciada pouco depois da sua prisão. Ele ainda é investigado em um inquérito paralelo por acusações de agressões contra ex-namoradas. 

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