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Mãe de Henry chega a presídio e detentas gritam por sua morte

Monique Medeiros foi presa na manhã da última quinta-feira (08/04) com o namorado.

UOL

O caso do garoto Henry Borel Medeiros, de quatro anos, gerou repercussão imensurável no Brasil inteiro. A morte da criança tem provocado grande onda de revolta pela forma como aconteceu.

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Os investigados pelo óbito do menino são seu padrasto, o vereador Dr. Jairinho, e a professora Monique Medeiros. Foram eles quem levaram Henry para o hospital no dia em que a criança foi declarada morta pela equipe médica da unidade de saúde do Rio de Janeiro.

Por a polícia acreditar que Monique e Jairinho estavam atrapalhando as investigações, a Justiça emitiu um mandado determinando que o casal, que mora em um apartamento na Barra da Tijuca, fosse detido, mas temporariamente.

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Monique Medeiros foi levada, após ser presa na última quinta-feira (08/04), para o Penal Ismael Sirieiro, no Fonseca, Zona Norte de Niterói. A professora foi recebida com gritos de outras presidiárias, que diziam: “Uh, vai morrer“.

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No local, a mãe de Henry está em uma cela separada do restante das detentas, tanto pela questão do isolamento social, quanto por segurança. A professora deve ficar presa, no mínimo, por trinta dias, segundo determinação judicial.

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Monique passou mal na primeira noite na cadeia e precisou de remédios para dormir. Já o namorado, que ficou no Bangu 8, precisou ser levado para uma unidade de atendimento médico pois alegou não estar se sentindo bem.

A morte de Henry continua sendo investigada, pois falta, entre outros detalhes, descobrir quais foram as exatas circunstâncias do ocorrido.

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.