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Caso Henry: menino sofreu cerca de 46 minutos nas mãos de Dr. Jairinho com chutes e socos

O vereador foi preso juntamente com a namorada na última quinta-feira (08/04).

UOL/Montagem

A morte do menino Henry Borel Medeiros caminha em busca de uma solução. A criança, de quatro anos, teve óbito declarado pela equipe médica após chegar desacordado ao Hospital Vila D’or, no Rio de Janeiro, na madrugada do último dia 8 de março.

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A polícia tem como principais suspeitos da morte a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, responsáveis por levar a vítima até o hospital no dia em questão. A mulher disse em depoimento que o filho poderia ter se machucado ao cair da cama.

Investigações apontaram, entretanto, que Henry não apresentava lesões compatíveis com um acidente doméstico, mas com agressão. A polícia foi a fundo no caso e descobriu que, semanas antes da morte do menino, o padrasto havia realizado uma sessão de tortura contra ele.

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Na conversa encontrada em um dos celulares apreendidos durante um mandado de busca e apreensão, a babá de Henry, Thayná Oliveira, disse à Monique que não estava em casa no momento que o filho estava trancado no quarto com Jairinho.

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No dia em questão, o vereador cometeu várias agressões contra o enteado após chamar o menino para o cômodo para ver o que ele supostamente havia comprado. De acordo com os horários das mensagens trocadas entre Thayná e Monique, Henry sofreu por, pelo menos, 46 minutos nas mãos do padrasto.

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A polícia analisou o apartamento onde a vítima vivia com Monique e Jairinho e não encontrou vestígios de sangue de Henry, que havia voltado de um fim de semana com o pai pouco antes de morrer.

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.