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Agressão, atendimento em UPA, choro a noite inteira e remédio controlado: Jairinho e Monique sofrem na prisão

O casal foi detido na última quinta-feira (08), após dois mandados de prisão serem expedidos.

Reprodução: G1

Presos na última quinta-feira (08) por atrapalharem as investigações do caso de morte do menino Henry Borel, Monique Medeiros, mãe do menino, e o atual companheiro dela, o vereador Dr. Jairinho, são os principais suspeitos no óbito do garoto de 4 anos. Alocados em unidades prisionais distintas no Rio de Janeiro, o casal tem passado por situações atípicas e estão “sofrendo” na cadeia.

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Isolada em uma cela onde cumprirá a quarentena de 14 dias, a professora Monique Medeiros chorou por toda a noite em seu primeiro dia na prisão. A mãe de Henry, que tinha conhecimento de todas as agressões praticadas por Jairinho contra o próprio filho faz uso de remédios controlados. Mas mesmo assim segundo informações do G1, ela passou a madrugada nervosa e chorando. 

O cenário é totalmente diferente de quando ela chegou ao presídio situado em Niterói na última quinta, quando aparentava tranquilidade. Monique está em uma cela de 1,5 m de largura por 4 m de comprimento. A professora pode ficar mais tempo afastada de outras detentas além do tempo estabelecido pelo protocolo de quarentena. Isto porque, há risco dela ser agredida por outras prisioneiras. 

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Jairinho levado à UPA 

Quando deixava a 16ª DP na última quinta, após horas de depoimento, Jairinho foi hostilizado por populares que estavam próximos ao local, sendo chamado de assassino. O parlamentar ainda foi agredido com um tapa na cabeça, dado por um senhor de 61 anos, que foi detido e responderá pela ação. 

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Em sua primeira noite no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, Jairinho também chorou bastante e se mostrou nervoso.

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Durante o dia, o parlamentar chegou a ser encaminhado para uma UPA no interior do complexo para ser atendido. O estado do vereador não foi revelado pela Seap. A exemplo de Monique, ele passará 14 dias em isolamento social por conta da Covid-19. 

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