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Acusado de matar Henry, Jairinho come o ‘pão que o diabo amassou’ em cadeia

Padrasto do menino tem enfrentado momentos difíceis desde sua prisão na última quinta-feira (8).

G1 | Divulgação

Na última quinta-feira (8), o caso sobre a morte do menino Henry tomou um novo rumo. Monique Medeiros, mãe da criança, e Jairo Souza, padrasto, foram presos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro sob a suspeita de participação na morte do garoto e por atrapalharem o curso das investigações. De acordo com o site G1, o vereador Jairo foi levado para o Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro.

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Na madrugada desde sábado (10), o padrasto de Henry chegou a passar mal e receber atendimento médico especializado no Complexo. Após ser medicado, o vereador foi levado de volta à cela e passa bem. Este não foi o primeiro episódio difícil enfrentando por Jairo após ser preso pela morte do enteado.

Ao deixar a delegacia na última quinta-feira (8) para ser encaminhado até Bangu, Jairo foi hostilizado por manifestantes e chegou a levar um tapa de um homem antes de entrar na viatura da polícia. Ainda segundo o site G1, o vereador teria chorado bastante ao longo de sua primeira noite na cadeia. A defesa já entrou com pedido de habeas corpus.

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O delegado Henrique Damasceno, responsável pelo caso, afirmou que a polícia reuniu um acervo de provas que apontam que Jairo e Monique mentiram em seus depoimentos. Inclusive, no dia em que foram detidos, jogaram os aparelhos celulares pela janela no intuito de se desfazerem das provas.

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Henry faleceu no último dia 7 de março após ser deixado pelo pai no apartamento onde morava com a mãe e o padrasto. O laudo realizado pela perícia apontou que o menino sofreu inúmeras lesões violentas e morreu em decorrência de hemorragia abdominal. Monique e Jairo disseram à polícia que Henry foi vítima de um acidente doméstico, hipótese descartada pelas investigações.

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