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Caso Henry: Promotor detalha como o casal queria se livrar logo do corpo do garoto

Para o Promotor que cuida do caso ficou bem evidente que Monique e Jairinho queriam enterrar logo a criança.

Reprodução/Instagram - Reprodução/Revista Época

Para o promotor de Justiça Marcos Kac, que está à frente das investigações sobre a morte de Henry Borel, de 4 anos, o padrasto Dr. Jairinho e a mãe, Monique Medeiros, fizeram de tudo que podiam para enterrar o quanto antes o corpo da criança sem a realização de perícia.

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De acordo com Kac, esta preocupação ficou bem evidente após o depoimento feito à polícia civil na última quinta-feira (08/04), de um “alto executivo” da área da saúde, data da prisão de Monique e Jairinho.

Kac afirma que o depoimento do executivo foi essencial para descobrirem que Jairinho telefonou várias vezes para esse profissional da área da saúde tentando liberar o corpo de Henry sem a necessidade de passar pelo IML da cidade do Rio de Janeiro. O vereador dizia querer fazer logo o enterro do enteado. 

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O objetivo de Jairinho nas ligações era agilizar o atestado de óbito de Henry, o que foi negado pela testemunha que deu o depoimento para a polícia. Dada a gravidade em que se encontrava o corpo do garoto, que estava com marcas de agressões, ele foi encaminhado para ser periciado. 

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O promotor ainda descartou qualquer possibilidade de Monique ter sido dopada na noite do crime. Essa possibilidade foi levantada após uma testemunha dar um depoimento dizendo que uma ex-namorada de Jairinho tinha relatado-lhe que tinha a impressão de ter sido dopada por remédios em uma ocasião com o vereador. Para Kac, Monique não poderia estar dopada na noite da morte de Henry, pois deu depoimento completamente lúcida no hospital, além de carregar o corpo do garoto no colo.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com