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Caso Henry: quem é Monique Medeiros, a professora presa pela morte do filho de 4 anos

A mãe de Henry foi presa junto com o padrasto da criança nesta última quinta-feira (8).

G1

O caso Henry tem provocado grande comoção na população brasileira. O pequeno Henry Borel tinha apenas quatro anos e morreu no dia 8 de março. Ele apresentava vários edemas pelo corpo e hemorragia interna e não resistiu aos ferimentos. O estado da criança chamou atenção dos médicos que orientaram o pai que fizesse um boletim de ocorrência.

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Monique Medeiros Costa e Silva de Almeida, de 32 anos, mãe do garotinho até o ano de 2020, atuava como professora no Rio de Janeiro. Inclusive, ela era a diretora de uma escola em Senador Camará, que fica localizado na região da Zona Oeste do estado.

Contudo, a mãe do pequeno Henry viu a sua vida mudar ao conhecer o Doutor Jairinho, no final do mês de agosto de 2020. O encontro entre os dois acabou virando um romance e já no mês seguinte, eles resolveram morar juntos. A investigação policial revelou que o menino sofria agressões por parte do padrasto e que a mãe tinha conhecimento dos fatos, mas nunca denunciou o fez qualquer coisa para afastar a criança do agressor.

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Após instaurado inquérito para investigar a morte de Henry Borel, a polícia prendeu Monique Medeiros e Dr. Jairinho pela morte da criança nesta última quinta-feira, 8 de abril. As semanas que se seguiram mostraram um lado frio da mãe da criança. Depois do enterro do filho, ela foi normalmente a um salão de beleza para poder arrumar os cabelos e fazer as unhas. Já no dia seguinte, a professora apareceu em uma selfie bem tranquila e até aparenta esboçar um sorriso ao lado de um homem.

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A fotografia foi recuperada do aparelho celular de Monique, que agora está em poder da polícia. Esse tipo de comportamento chamou atenção dos investigadores do caso que mantiveram a mulher sobre monitoramento. Essa mesma frieza também se manifestou nesta quinta-feira (8), quando ela foi presa ao lado do companheiro. Segundo o portal de notícias G1, ela não teria chorado em nenhum momento desde a prisão até a chegada à delegacia.

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Após conhecer Jairinho, a vida de Monique mudo praticamente por completo. Ela deixou um endereço simples e foi morar em um condomínio de classe média. A professora pediu exoneração do cargo que exercia como diretora e ganhou um cargo no Tribunal de Contas.

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