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Acusado pela morte de Henry, Jairinho é hostilizado e agredido após deixar delegacia; vídeo é divulgado

Ao deixar delegacia no Rio de Janeiro, padrasto do menino levou tapa em público.

O GLOBO

Nesta quinta-feira (8) as investigações a respeito da morte do menino Henry Borel, de 4 anos, deram um salto importante e culminou na prisão de Dr. Jairinho e Monique Medeiros. Nas primeiras horas do dia, o casal foi abordado em uma casa em Bangu, no Rio de Janeiro, recebeu voz de prisão e foi encaminhado para delegacia.

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Após novos depoimentos, que duraram cerca de 5 horas e 30 minutos, Jairinho deixou a delegacia e foi recebido por uma multidão nas ruas. O padrasto de Henry, acusado de matar o menino, foi hostilizado e acabou sendo agredido por um homem presente no local.

Sob gritos de “assassino”, Jairinho deixou a delegacia escoltado por policiais quando um senhor de 64 anos desferiu um tapa nas costas do vereador. O aposentado, que não teve a identidade revelada, foi levado para a delegacia logo após a agressão.

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Segundo informações do O Globo, um termo circunstanciado pelo crime “vias de fato” foi lavrado e o autor do tapa se recusou a prestar depoimento, alegando que o faria apenas em juízo, se comprometendo a comparecer às audiências relativas ao processo, o aposentado chegou a falar com agentes sobre o ocorrido.

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Ainda de acordo com a Globo, o autor da agressão contra Jairinho teria argumentado que agiu acometido por grande emoção após toda a repercussão que tiveram os fatos imputados ao padrasto do menino Henry.

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Com a prisão de Jairinho e Monique, a versão de que o menino havia sofrido um acidente doméstico ficou totalmente descartada e agora o casal responde por envolvimento direto na morte do menino.

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