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Caso Henry: menino pode ter sido submetido a ‘sessão de tortura’; casal teria ameaçado testemunhas

Menino de 4 anos teve várias lesões constatadas em exame de necropsia, todas provocadas por ações contundentes.

REPRODUÇÃO RECORD TV / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS

A morte do menino Henry Borel de Almeida, de 4 anos, chocou o país nas últimas semanas. Depois de intensas investigações sobre o caso, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira (08), a mãe e o padrasto do garoto, principais suspeitos na ocorrência.

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Desde o princípio, o médico e vereador Dr. Jairinho, e a mãe do menino, Monique Medeiros, apontavam que a morte do garoto teria ocorrido após um acidente doméstico no apartamento onde eles moravam na Barra da Tijuca.

Contudo, o laudo da necropsia, bem como o relato de testemunhas, fizeram com que a polícia praticamente descartasse essa versão, colocando os dois como suspeitos e tratando o caso como uma ação criminosa. 

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Sessão de tortura

De acordo com o que foi apurado pela Polícia Civil, Dr. Jairinho já agredia o menino Henry Borel com chutes, rasteiras e golpes na cabeça, antes mesmo do final de semana em que o garoto de 4 anos morreu. 

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As autoridades também identificaram que Monique sabia de tudo desde fevereiro, mas nunca se manifestou contrariamente. 

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Ameaças

Monique e Dr. Jairinho foram presos por atrapalharem as investigações do caso e ainda por ameaçar testemunhas para que estas apresentassem versões semelhantes nos depoimentos à 16ª DP (Barra da Tijuca). A prisão tem caráter temporário de 30 dias. Os mandados foram expedidos na última quinta-feira (7) pelo 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. 

Ao chegarem na 16ª DP, Monique Medeiros e o parlamentar Dr. Jairinho, não se pronunciaram à imprensa sobre o ocorrido. A defesa do casal também ainda não veio à público para falar da prisão.

O casal havia criado recentemente perfis nas redes sociais para Henry, prometendo a que a verdade apresentada por eles sobre a morte do garoto seria comprovada. 

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