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Governo inclui Forças Armadas em vacinação contra a Covid-19; objetivo é aumentar o ritmo de aplicação

Bolsonaro já havia comentado sobre a possibilidade de incluir batalhões na vacinação; decisão deve ser publicada oficialmente neste sábado, 3.

Sérgio Lima/Poder 360

Neste sábado, 3, o governo avançou com o plano de usar militares das Forças Armadas na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. O assunto foi conversado durante uma reunião que contou com a presença dos ministros Braga Netto, da Defesa, e Marcelo Queiroga, da Saúde. No entanto, de acordo com especialistas, o que está impedindo a aceleração da vacinação da população é a falta de imunizantes e não de postos para que eles sejam aplicados.

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O esperado é para que ainda neste sábado, 3, seja feito um anúncio oficial sobre a decisão.

Vale lembrar que há uma semana Bolsonaro já havia dito durante conversa com apoiadores que estava estudando acionar batalhões para participar da campanha de vacinação contra o vírus. Segundo o presidente, o objetivo é o de aumentar o ritmo de aplicação das vacinas no mesmo momento em que é esperado uma ampliação no número de doses no Brasil.

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Também na semana passada, Queiroga chegou a afirmar que o plano criado pelo Ministério da Saúde inclui a aplicação de ao menos 1 milhão de doses diárias. Depois disso, especialistas comentaram sobre a afirmação do ministro e a caracterizaram como possível, no entanto, ressaltaram alguns pontos de incerteza, como por exemplo, a garantia de que as vacinas sempre cheguem nas datas certas, o que vale ressaltar que não tem acontecido.

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Caso o cronograma do Ministério da Saúde seja realmente cumprido, estimasse que ainda no mês de abril o país passe a ter mais vacinas em estoque do que as necessárias para manter o ritmo de 1 milhão de aplicações ao dia.

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