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Caso Henry: após polícia descobrir mensagens apagadas, advogado defende; ‘é comum apagarem’

Henry Borel, de 4 anos, chegou morto a um hospital no dia 8 de março, após, segundo a mãe, apresentar dificuldade para respirar.

Reprodução/Divulgação

Investigadores responsáveis pelo caso do menino Henry Borel, de 4 anos, descobriram que tanto a mãe da criança, Monique Medeiros, quanto o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, apagaram mensagens de seus celulares. As informações foram divulgadas em primeira mão pelo G1.

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No total, 11 aparelhos celulares estão sob o poder da Justiça e deverão passar por perícia. Além disso, de acordo com alguns peritos ouvido pelo RJ2, da Globo, pelo menos um dos celulares da mãe de Henry possui diálogos apagados.

Segundo o advogado André França Barreto, responsável pela defesa de Monique e Jairinho, ele não estranharia se realmente tivessem diálogos apagados nos celulares de seus clientes. André diz não ter conhecimento se realmente houve mensagens apagadas, contudo, diz que é comum hoje em dia apagarem as mensagens dos celulares, ressaltando que ele mesmo apaga dos seus celulares.

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Se apagaram ou não, não tenho essa informação. […]Desconheço essa informação. E também não estranharia se apagassem porque é comum apagarem dos celulares, eu apago dos meus”, defende o advogado.

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No dia 8 de março, o pequeno Henry Borel Medeiros, de 4 anos, chegou sem vida a uma unidade hospitalar particular localizada no Rio de Janeiro. Depois disso, o laudo da necropsia apontou que o menino foi vítima de uma laceração hepática e hemorragia interna. Além disso, o corpo de Henry também apresentou lesões como hematomas, edemas, equimoses e contusões.

Nas investigações, além da mãe, do pai e do padrasto de Henry, a polícia também ouviu mais de 14 pessoas, entre elas, vizinhos e funcionários do menino.

De acordo com a mãe e Jairzinho, eles levaram Henry ao hospital após ele ter apresentado dificuldade de respirar e queda de temperatura.

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