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Primeira miniusina de oxigênio começa a funcionar em São Paulo

Objetivo das miniusinas é manter o abastecimento do insumo nos hospitais da capital.

Foto: MARCELO D. SANTS/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Nesta quarta-feira (31), a capital de São Paulo irá inaugurar uma das dezenove miniusinas que serão instaladas na cidade.

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A medida foi adotada, pois havia o risco de faltar oxigênio em hospitais da cidade e ainda também havia o problema na entrega do insumo devido à alta demanda, pois os números de casos de Covid-19 estão se elevando em ritmo acelerado e mais pessoas estão necessitando de ajuda hospitalar.

A primeira miniusina será instalada no Hospital Municipal Capela do Socorro, localizado na Zona Sul da capital paulista. A prefeitura de São Paulo informou que quando todas as miniusinas estiverem em funcionamento elas poderão produzir cerca de 9 mil metros cúbicos de oxigênio por dia, o que equivale a 900 cilindros diários. Ainda de acordo com a prefeitura, com a fabricação própria a cidade economizará 250 mil reais.

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Todos os equipamentos necessários para as miniusinas custaram aos cofres públicos do município cerca de 9,4 milhões de reais e apenas as instalações custaram cerca de 104,5 mil reais. O prefeito, Bruno Covas afirmou que após 3 anos da instalação dos equipamentos a cidade já receberá o valor investido, e ainda, que é uma obra permanente para a saúde. Toda a geração de oxigênio das miniusinas poderão abastecer cerca de 596 leitos de enfermaria e 211 leitos de UTI.

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Um total de 7 miniusinas deverão ser entregues até o dia 15 de abril e irão abastecer hospitais municipais e UPAs, outras instalações deverão ocorrer até o dia 30 de abril e serão destinadas a abastecer os Hospitais Dia que estão funcionando na cidade.

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