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Henry dizia à psicóloga que morava com um ‘tio’ em casa e sentia saudades do pai; depoimento traz novidades

Henry Borel morreu na madrugada do dia 8 de março, e caso ainda segue sob apuração da Polícia Civil.

UOL

Responsável por atender o menino Henry Borel, de 4 anos, em cinco sessões de acompanhamento, a psicóloga Érica Mamede prestou depoimento à polícia nas investigações do caso de morte da criança, ocorrido na madrugada do dia 8 de março, na Barra da Tijuca.

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Em seu relato, a profissional disse ter sido procurada pela mãe do menino, Monique Medeiros Costa e Silva, que se queixou que o filho “não queria ficar” na sua casa, após a separação com o ex-marido.

No depoimento prestado na última segunda-feira (29), Mamede disse que o menino demonstrava afeto pelos avós maternos e que pronunciou o nome do padrasto, o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade), apenas uma única vez, justamente no último encontro.

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A psicóloga ainda relatou que a mãe reclamava que o filho não queria ir ao colégio onde foi matriculado. A criança chegou a frequentar o Colégio Marista São José apenas 20 dias.

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Tio

Mamede ainda citou que o menino contou morar um “tio” na sua casa. Questionado quem era esse “tio”, o menino respondeu: “Tio Jairinho”, sem apresentar medo do padrasto. Na sequência, ele disse que estava com saudades do pai, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, com quem passou o final da semana às vésperas de morrer.

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No depoimento prestado à polícia, a mãe de Henry disse que procurou a psicóloga para ser orientada como proceder na família nesta nova etapa de vida. A professora havia separado de Leniel há quatro meses, e na sequência engatado relacionamento com Jairinho. A escolha de Mamede foi motivada pela proximidade do consultório com o apartamento onde Henry morava.

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