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Logística para distribuição de oxigênio em São Paulo está em risco

O abastecimento em hospitais era feito apenas de semana em semana, mas agora tem que ser diário.

Reprodução/Veja

A saúde em vários estados brasileiros está a beira do verdadeiro colapso. O Brasil está vivendo o pior momento da pandemia, o número de casos de Covid-19 não para de subir e diariamente o país bate novos recordes de óbitos causados pela doença. Praticamente não há mais leitos de UTI para os doentes, além de estar faltando medicamentos essenciais para o tratamento. A situação está tão grave que existem hospitais superlotados em que há o risco de faltar oxigênio.

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Após o colapso e a crise de oxigênio em Manaus, várias cidades brasileiras estão buscando por alternativas para não deixar que o estoque de oxigênio dos hospitais cessem. O maior problema é que o oxigênio medicinal não é apenas utilizado para os pacientes que estão com Covid-19.

De acordo com a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo, a demanda por oxigênio segue crescendo cada vez mais na capital. Normalmente os hospitais são abastecidos com o insumo uma vez por semana, contudo, por causa da pandemia o abastecimento tem que ser diário. Com a necessidade diária de abastecimento por conta do alto nível de demanda, a logística para a entrega do oxigênio se tornou desafiadora.

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Os hospitais públicos da capital paulista são abastecidos por empresas diferentes e o cronograma de entrega do oxigênio vai de acordo com a necessidade de cada hospital. Cada hospital é abastecido em seus tanques estacionários de oxigênio líquido. Também há a necessidade do abastecimento ser realizado através de cilindros, pois com o aumento de casos graves, alguns pacientes estão sendo intubados em UTIs improvisadas, assim os cilindros são essenciais.

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Pelo momento da pandemia e pela incerteza de quanto tempo os doentes permanecerão internados, a continuidade de abastecimento de oxigênio nos hospitais é essencial.

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