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Caso Henry: polícia toma atitude que pode ser determinante para desvendar morte da criança

Henry Borel morreu na madrugada do dia 8 de março, e caso ainda segue sob apuração da Polícia Civil.

REPRODUÇÃO: BAND/ ARQUIVO PESSOAL LENIEL BOREL/ GLOBO

O caso de morte do menino Henry Borel está com investigações avançadas. Depois de três semanas apurando o óbito do garoto de 4 anos, a Polícia Civil tem afunilado nas buscas para desvendar o mistério que impacta o país: a criança teria morrido mesmo por acidente doméstico, ou teria sido morta?

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Após a determinação da Justiça na última semana, peritos do Instituto Médico-Legal (IML) e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), além de policiais da 16ª DP (Barra da Tijuca), estiveram no apartamento onde o menino vivia com a mãe, a professora Monique Medeiros, e o padastro, o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade). As equipes chegaram no local por volta das 14h desta segunda-feira (29).

Na última semana ficou determinado que o casal entregasse as chaves do apartamento no condomínio Majestic, para que o local pudesse ser investigado de forma mais profunda. A restrição vale por 30 dias. Henry morava com a mãe e o padrasto no local desde novembro do ano passado. 

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No dia 7 de março, após passar o final de semana com o pai, o engenheiro Leniel Borel, o menino de 4 anos foi entregue para a mãe, e se mostrou bastante abalado por voltar para casa. Na oportunidade, o garoto chorou bastante e chegou a vomitar quando estava prestes a ficar com mãe.

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Cerca de sete horas mais tarde, já na madrugada do dai 8 de março, Monique e Jairinho levaram o menino para o Hospital Barra D´Or, na Barra da Tijuca. Segundo a equipe médica que efetuou o atendimento da ocorrência, o menino chegou na unidade sem vida. 

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Depoimento

Após ouvir 15 pessoas na última semana, o delegado responsável pelo caso, Henrique Damasceno, deve fazer uma oitiva da psicóloga que chegou atender Henry em cinco sessões. Após a separação, os pais do menino concordaram em fazer o acompanhamento do menino com uma profissional. A mulher foi intimada e deve depor ainda nesta semana.

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