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O que se sabe até o momento sobre o caso do PM morto durante ‘surto’ na BA

O PM foi morto no domingo, 28, após um aparente surto, onde atirou para cima e falou que não iria permitir que o trabalhador fosse desonrado.

Reprodução/Divulgação

No domingo, 28, a morte de um policial militar no estado da Bahia, em meio a um aparente surto, repercutiu nas redes sociais. Depois disso, o assunto se tornou base de uma ofensiva da base bolsonarista, que até chega à prega motim contra Rui Costa (PT), atual governador do Estado baiano.

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Wesley Soares acabou baleado e morto por agentes do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) após mais de 3h de negociações sem sucesso. O caso aconteceu na área do Farol da Barra, em Salvador (BA) e, antes de ser baleado, o PM disparou por ao menos dez vezes contra os agentes que estavam cercando o local.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, o policial estava constantemente alterando “momentos de lucidez com acessos de raiva”. Vale ressaltar que, além de disparar por diversas vezes, Wesley também ateou ao mar isopores, grades e até mesmo bicicletas.

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Em um comunicado oficial sobre o caso, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) ainda afirmou que, exatamente às 18h35, Soares deu início a uma contagem regressiva, ressaltando que “havia chegado o momento”. Ao final da contagem, o PM começou a disparar contra os agentes do Bope.

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Durante o ‘surto’, como foi caracterizado pela SSP o ato do PM, Wesley disse algumas frases, como por exemplo, pedindo para que a comunidade fosse testemunha a honra ou até mesmo desonra de um PM da Bahia. Além disso, o policial ainda disse que não iria permitir que a honra e dignidade do trabalhador fosse violada.

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De acordo com um material, sem provas, que vem sendo compartilhado nas redes sociais desde o início da repercussão do caso, Wesley teria sofrido um surto diante de sua recusa em seguir as ordens do governado da Bahia, Rui Costa, em relação ao combate à pandemia. Contudo, vale ressaltar que ainda não existe nenhuma prova de que o agente realmente tenha surtado por ter se recusado a cumprir as ordens envolvendo as restrições da Covid-19.

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