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Caso Henry: testemunha ‘chave’ é intimada para depor na investigação sobre morte que impactou o país

Menino de 4 anos morreu no dia 8 de março, horas depois de ser deixado com mãe em um condomínio no Rio.

REPRODUÇÃO RECORD TV / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS

As investigações acerca do caso de morte do menino Henry Borel de Almeida, de 4 anos estão se afunilando. Na última semana, o delegado titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), Henrique Damasceno colheu depoimentos importantes na apuração do caso, entre eles estiveram relatos de médicas, legista, ex-namoradas do padrasto do garoto, avó materna e de uma empregada doméstica.

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De acordo com informações do jornal Extra, a Polícia Civil intimou uma psicóloga que atendia o menino Henry desde o início de fevereiro. A profissional deve comparecer na 16ª DP nos próximos dias.

Ainda segundo o periódico, a mulher foi escolhida pela mãe da criança, Monique Medeiros da Costa e Silva. Quatro meses após a separação do marido, o engenheiro Leniel Borel, ela iniciou o relacionamento com o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade). Sendo assim, a psicóloga foi acionada para orientar a família nesta nova fase.

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Leniel afirma que após o pedido de divórcio, os dois entraram em um consenso da necessidade de consultas. O pai do menino sugeriu uma profissional em Madureira, mas a ex-esposa optou por esta por conta da proximidade do consultório e seu novo endereço, o condomínio Majestic, situado na Barra da Tijuca. 

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Henry Borel já havia participado de cinco sessões com a psicóloga. O depoimento dela é cercado de expectativa, principalmente para citar como era o comportamento do garoto nesta nova etapa da vida. Instantes antes de ser entregue à mãe no dia 7 de março, após passar o final de semana com o pai, o garoto teve um quadro de vômitos e chorou bastante por estar retornando para casa.

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Escola 

Após a separação dos pais, Henry foi matriculado em uma escola nova, a Pré-Escola do Colégio Marista São José, e chegou a participar das aulas por 20 dias, em uma sala de aula com 15 alunos. Segundo o Extra, funcionários, professores e pais de alunos não perceberam nenhum comportamento diferente da criança.

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