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Caso Henry: últimas imagens do menino com o pai horas antes de morrer são reveladas; detalhe chama atenção

Menino de 4 anos morreu no dia 8 de março, horas depois de ser deixado com mãe em um condomínio no Rio.

UOL

O caso de morte do pequeno Henry Borel Medeiros segue sob investigação da Polícia Civil, que segue trabalhando com duas linhas para a ocorrência: acidente doméstico, versão apontada pela mãe e o padrasto do garoto, e também uma ação criminosa, possibilidade que veio à tona após a divulgação resultado do laudo de necropsia.

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Neste domingo (28), o jornal O Globo divulgou um vídeo do menino ao lado do pai, o engenheiro Leniel Borel, pouco antes do caso de morte ser registrado. Onze horas antes de dar entrada no Hospital Barra D´Or, apresentando várias lesões no corpo, Henry se divertiu em um parque diversões.

Reprodução: O Globo

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Detalhe chama atenção

Nas imagens, a criança surge alegre, dança, ri, e abraça o pai, enquanto são filmados pela câmera de segurança de saída do parque de diversões situado na Barra da Tijuca. Henry passou o dia com o pai, e horas mais tarde do dia 7 de março, foi entregue novamente à mãe. Na madrugada do dia seguinte, ele morreu. 

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Em mensagens trocadas, Leniel e Monique se mostraram preocupados de forma antecipada com a mudança de astral da criança quando ele era entregue para a mãe quando voltava de passeios com o pai. 

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Reprodução: O Globo

Sessões com psicóloga

Ainda segundo o jornal O Globo, após a separação do pai e a mãe, Monique Medeiros, ele foi levado para algumas sessões com uma psicóloga, após apresentar quadros de euforia, choros e até vômitos. 

Desde o início de fevereiro, ele passou cinco sessões com uma profissional da área. Leniel e Monique foram casados por oito anos, mas se separaram em julho do ano passado, fato que acabou impactando diretamente no psicológico da criança. 

Investigações

Responsável pelo caso, o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP, colheu diversos depoimentos de testemunhas nesta semana. Entre as pessoas ouvidas estiveram as médicas que atenderam a criança no hospital, o legista que assinou o laudo da necropsia, duas ex-namoradas do vereador Dr. Jairinho (Solidariedade) padrasto do garoto, a avó materna de Henry Borel, e da emprega da família. 

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