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Sinais de agressão, contradição de padrasto e morte: o que se sabe sobre o caso do menino Henry

O caso tem estado entre os de maior repercussão no Brasil nas últimas semanas.

UOL/Montagem

A morte do menino Henry Borel Medeiros continua sendo um dos assuntos mais repercutidos das últimas semanas no Brasil. A criança, de apenas oito anos de idade, perdeu a vida enquanto estava na residência onde morava com a mãe e o padrasto. Mas afinal, o que se sabe até agora?

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Henry foi deixado por seu pai, Leniel, na noite do último dia 07 na casa de Monique, mãe do menino. Horas depois, já na madrugada no dia seguinte, a mulher chegou ao hospital com o filho e o namorado, o vereador Dr. Jairinho, afirmando que a criança estava com dificuldades para respirar.

Monique ligou para o pai de Henry, que rapidamente chegou até o hospital. Ao chegar na unidade de saúde, se deparou com os médicos tentando reanimar a criança, que não respondeu às tentativas de ressuscitação. A equipe declarou que o menino chegou sem vida.

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Após análises detalhadas no corpo de Henry, foi confirmado que a criança não sofreu um acidente doméstico, pois apresentava hemorragia interna e laceração causada por um objeto contundente, indicando que houve agressão.

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Leniel abriu um Boletim de Ocorrência e pediu que a morte do filho. Agora, a polícia está avaliando e investigando o caso. Diversas pessoas já foram ouvidas, inclusive empregadas da casa de Henry, o pai, a mãe e o padrasto da vítima, assim como a babá e a equipe médica que o atendeu no hospital.

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Nesta semana, a polícia executou um mandato de busca e apreensão na casa de Dr Jairinho e encontrou computadores e celulares, que foram levados para análise. Os objetos serão investigados para tentar decifrar a morte da criança.

No depoimento de Monique, ela diz acreditar que o filho pode ter ficado de pé na cama ou tropeçado e caído, o que, segundo ela, poderia explicar os hematomas. Ao encontrar Henry deitado no chão, a mãe do garoto chamou pelo namorado e os dois o colocaram no carro. Ela tentou fazer respiração boca a boca.

Em depoimento, Dr. Jairinho disse que não tentou fazer massagem de ressuscitação porque não tinha prática. Já em entrevista, ele contou que fez de tudo para tentar salvar a criança. 

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.