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MPF cobra ‘providências urgentes’ de Queiroga contra falta de remédios e oxigênio

O MPF enviou quatro ofícios ao ministro da Saúde Marcelo Queiroga cobrando medidas contra o desabastecimento de medicamentos e oxigênio.

REUTERS/Amanda Perobelli

Na sexta-feira, 26, o Ministério da Saúde recebeu quatro ofícios do Ministério Público Federal (MPF) cobrando “providências urgentes” para conter a falta de abastecimento de medicamentos do “kit intubação” e oxigênio no Piauí, Rio Grande do Norte, no Pará e ainda no município de Montes Claros, em Minas Gerais. Vale lembrar que em meio à pandemia da Covid-19 esses insumos tem se tornado cada vez escassos no Brasil.

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Além disso, ainda na sexta-feira, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), o MPF e a Defensoria Pública do Estado do Pará se juntaram para emitir uma recomendação para que as prefeituras da região de Xingu passem a fazer lockdown imediatamente, isso da mesma forma que foi adotado em Altamira desde a última quinta-feira, 25.

Na recomendação, os órgãos ressaltaram a necessidade de uma uniformidade nas políticas de isolamento na região do Xangu, isso ressaltando o fato de que, na região, apenas o Hospital Regional de Transamazônica possui leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), contudo, esses leitos estão há dias com 100% de ocupação e, inclusive, há pacientes na fila. Após o comunicado, as cidades tinham um prazo de 24 horas para divulgar se atenderam ou não tal recomendação.

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Já os quatro ofícios envolvendo a falta de abastecimento dos insumos médicos foram enviados pelo Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia de Covid-19, a Giac, ao novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

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Vale lembrar que há uma semana, documentos parecidos também já havia sido enviados à pasta, desta vez, cobrando medidas no Amapá, Acre, Mato Grosso e em Rondônia.

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