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Juíza defere quebra de sigilo e apreensão de celulares do padrasto e do pai do Henry; família é surpreendida

A decisão foi tomada pela juíza do II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro na última sexta-feira (26).

Jornal Extra | Divulgação

Novidades sobre o caso da morte do menino Henry Borel vieram à tona na última sexta-feira (26). O delegado Henrique Damasceno, responsável pelo caso da morte do menino de 4 anos, ouviu diversas testemunhas na última semana e cumpriu diligências deferidas pela juíza do II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.

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De acordo com o Jornal Extra, a juíza autorizou uma operação de busca e apreensão nas casas onde Monique Medeiros, mãe de Henry, e Jairo Souza, padrasto do menino, moravam separados antes de se casarem. A equipe policial também esteve na casa do pai de Jairo, o policial conhecido como Coronel Jairo.

Os familiares teriam esboçado surpresa com a chegada da polícia, mas não se recusaram a entregar os aparelhos e as respectivas senhas. A juíza também determinou a busca e apreensão do celular e do notebook do pai de Henry, Leniel Borel de Almeida. O engenheiro foi uma das pessoas que mais solicitou o empenho da polícia na elucidação da morte do filho.

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Leniel estava na companhia do menino no fim de semana em que ele faleceu. Segundo o engenheiro. No último dia 7 de março o menino foi entregue à mãe em perfeitas condições de saúde, e apenas chorava por não ter que deixar a casa do pai. Henry faleceu na madrugada do dia 8 de março sob circunstâncias misteriosas.

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Monique Medeiros, mãe do menino, alega que encontrou o filho no quarto inconsciente durante a madrugada. Ela e o companheiro chegaram a socorrer a criança que já chegou ao hospital sem vida. De acordo com o laudo pericial realizado no corpo do menino, ele sofreu diversas lesões violentas, inclusive, apresentando rompimento do fígado.

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