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Adolescente faz graves denúncias sobre Dr. Jairinho e detalhes vêm à tona: ‘cabeça afundada por ele’

Polícia cumpriu quatro mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (26), no Rio de Janeiro.

Extra

O caso de morte do menino Henry Borel, de 4 anos, segue em profunda investigação. Nesta semana, o delegado titular da 16ª DP, Henrique Damasceno colheu alguns depoimentos de testemunhas para desvendar o mistério acerca do caso.

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Entre as pessoas ouvidas, estiveram uma ex-namorada do padrasto do garoto, o vereador Dr. Jairinho, e a filha dela, uma adolescente de 13 anos. Nas oitivas que duraram cerca de 5 anos, a menina que teve a identidade não revelada para ser preservada, contou na presença de um psicólogo, que sofreu agressões do parlamentar há oito anos. 

Segundo informações do jornal “O Globo”, a adolescente relatou aos agentes que na época chegou a contar para a avó materna que “teve a cabeça afundada por ele embaixo da água de uma piscina”. A mãe da menina, disse que em dado momento a filha não queria estar mais com ela quando estivesse com Jairinho, e pedia para dormir na casa da avó.

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Após tomar conhecimento das declarações, o advogado de defesa de Dr. Jairinho, André França, disse que o seu cliente está sendo perseguido. Ele ainda alega que a ex-namorada do parlamentar procurou primeiro o pai de Henry, Leniel Borel, antes de prestar depoimento à polícia. 

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Buscas e apreensão

Nesta sexta-feira (26), após determinação da Justiça, a Polícia Civil cumpriu quatro mandados de buscas e apreensão em quatro locais diferentes no Rio de Janeiro. As autoridades recolheram celulares e computadores da mãe de Henry, Monique Medeiros, do padastro, e do pai. 

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A Justiça ainda determinou a interdição do apartamento onde o garoto morava, para a realização de maiores investigações no local. Uma viatura deve fazer monitoramento do condomínio por cerca de 30 dias. Além disso, todo o sigilo dos investigados foi quebrado. 

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