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Caso Henry: advogado se pronuncia e destaca detalhe crucial que pode colocar o pai na mira da investigação

Em entrevista ao Balanço Geral, André França destaca detalhe de horário em laudo do IML

Reprodução: Metrópoles / IstoÉ - Fotomontagem por Vieira Filho

Nesta quarta-feira (24), o advogado André França, contratado por Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida e Jairo Souza Santos Júnior, o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade), mãe e padrasto do menino Henry Borel de Medeiros, se pronunciou no programa Balanço Geral RJ, exibido nas tardes da Record TV.

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Em entrevista, o advogado destacou mais um detalhe que pode interferir na investigação da morte misteriosa de Henry. André França se referiu ao laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) para destacar que o documento apontava que as lesões no corpo da criança poderiam ter sido provocadas entre 12 e 48 horas antes de sua morte. Nas palavras do advogado: “O laudo aponta que há lesões no corpo que podem ter ocorrido entre 12 e 48 horas antes. 48 horas antes o Henry estava com o pai, não estava com a mãe”.

Dessa forma, o advogado chama a atenção para a possibilidade de o pai de Henry, Leniel Borel de Almeida, ter tido alguma participação nas lesões do corpo da criança.

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Criança resistia em voltar para a casa da mãe

No último domingo (21), em reportagem exibida no Fantástico, mensagens trocadas entre Monique e Leniel vieram à tona. Nas conversas, nota-se a resistência da criança em voltar para a casa da mãe após passar o fim de semana com o pai.

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Versão do pai

Quando ouvido pela polícia, Leniel alegou que teria deixado seu filho com a mãe em perfeito estado por volta das 19h do domingo. Ainda de acordo com o pai, a notícia da morte de Henry teria chegado a ele por volta das 4h30 da manhã, enquanto organizava seus pertences para se dirigir a Macaé, cidade onde trabalhava.

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