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Caso Henry: semana será decisiva nas investigações da polícia sobre morte da criança; detalhes são revelados

Morte da criança ocorreu na madrugada do dia 8 de março, em um condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

MONTAGEM: RECORD TV - METRÓPOLES

O caso de morte do menino Henry Borel Medeiros chocou o país e vem gerando forte comoção e repercussão nos últimos dias. As investigações sobre o óbito ainda misterioso da criança de 4 anos seguem em curso pela Polícia Civil e podem ganhar um rumo decisivo nesta semana.

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Isto porque, as autoridades iniciaram as oitivas com testemunhas do caso. Na última segunda-feira (22), o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca) ouviu, de acordo com o portal IG, sete testemunhas no inquérito que apura a morte de Henry, ocorrida no dia 8 de março.

Ainda segundo o portal, três vizinhos do condomínio Majestic, onde a família morava, a equipe médica que atendeu a criança no Hospital Barra D´Or e a mãe e o padrasto do garoto prestaram depoimento à polícia. 

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A expectativa é que ao longo desta semana, familiares de Monique Medeiros e de Jairinho, além da psicóloga que atendia a criança após a separação dos pais, compareçam para prestar depoimento na delegacia.

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Nos depoimentos iniciais, Monique e Jairinho apresentaram uma versão um pouco diferenciada do que foi dito aos médicos quando eles chegaram com Henry na unidade hospitalar na madrugada do dia 8. Para a equipe médica, a mãe do garoto de 4 anos diz ter ouvido um barulho no quarto, fato este que ela não relatou no depoimento às autoridades.

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Suspeita

O laudo do exame de necropsia apontou que a causa da morte de Henry foi por conta de hemorragia interna e laceração hepática, provocada por uma ação contundente. De acordo com peritos, as lesões no corpo de Henry não condizem com a possibilidade de um acidente doméstico.

Em entrevista concedida ao programa “Domingo Espetacular”, no último domingo (21), Monique e Jairinho rechaçaram a hipótese de crime. A mãe do menino, inclusive, se emocionou diversas vezes.

“Ele era minha vida, minha prioridade, era a criança mais doce do mundo. As mães que estão me assistindo sabem. É impossível matar um filho, isso não se faz”, afirmou Monique.

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