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Mortes em fila de UTI, falta de oxigênio e funerárias lotadas; a saúde dá sinais de colapso

De acordo com dados divulgados pela fundação Oswaldo Cruz, Brasil enfrenta pior momento da história.

Uol

O Brasil está passando por um triste momento. A pandemia do coronavírus freada no final de 2020, voltou ainda mais forte no ano de 2021 e o país enfrenta a pior crise sanitária e hospitalar da história. A saúde no Brasil já dá sinais de colapso.

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Vários pacientes com Covid-19 se encontram em estado grave e precisam de tratamento urgente, contudo, não há mais leitos de UTI disponíveis. Os pacientes estão morrendo em filas de espera e mesmo que consigam uma vaga para o tratamento é incerto se terá medicamentos suficientes para realizar todos os procedimentos necessários. 

O Brasil já se tornou o país com mais óbitos diários por Covid-19 e média móvel de óbitos também é a mais alta do planeta. Por esses tristes recordes a Organização Mundial da Saúde já classificou o país como o novo epicentro da doença. Com o alto volume de vítimas as funerárias pensam em descartar dar férias aos seus funcionários.

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São Paulo, o estado brasileiro com a maior capacidade hospitalar do país, já registrou cerca de 135 mortes de pessoas que estavam na fila de um leito de UTI. Entre as vítimas da doença estava um menino de 3 anos de idade e uma jovem com 25 anos. De acordo com as Secretárias de Saúde estaduais cerca de 16 estados já registraram óbito por espera de um leito. 

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Outro fator que preocupa é a falta de insumos. Vários hospitais e entidades médicas já alertaram a Anvisa que faltará medicamentos necessários para intubação. Vale ressaltar que a intubação é o tratamento necessário e obrigatório para aqueles pacientes que se encontram no estado grave da doença.

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