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Cidade de São Paulo registra falta de oxigênio pela 1ª vez; 10 pacientes precisaram ser transferidos

De acordo com o secretário municipal de saúde, Edson Aparecido, o oxigênio faltou devido a um atraso na entrega.

Reuters

Na noite da última sexta-feira, 19, dez paciente que estavam internados na UPA de Ermelino Matarazzo, localizado na zona leste de São Paulo, com sintomas graves de Covid-19, tiveram que ser transferidos por falta de oxigênio na unidade. De acordo com informações passadas por Edson Aparecido, secretário municipal de Saúde, o ocorrido decorreu de um atraso no abastamento do oxigênio pela empresa White Martins (responsável pela fabricação do insumo).

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Contudo, a companhia diz que não houve nenhum atraso, e ressalta que só dará mais detalhes sobre o assunto ao longo deste sábado, 20. Vale ressaltar que esta é a primeira vez que São Paulo registra falta de oxigênio.

Aparecido afirma que, por questões de preocupação e segurança, a equipe médica optou por transferir os pacientes, e comemora dizendo que “felizmente, deu tempo”. Além disso, Aparecido ainda conta que cerca de uma hora após a transferência dos pacientes, o insumo chegou a UPA de Ermelino Matarazzo.

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E mais, ainda segundo o secretário, antes do início da pandemia da Covid-19, os hospitais do município eram abastecidos com cilindros de oxigênio uma vez por semana, contudo, nesses últimos dias, esse abastecimento tem sendo feito ao menos três vezes por dia.

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Com o aumento do uso do insumo, Aparecido diz que já está sendo conversado com empresas privadas para resolver problemas logísticos, com isso, havendo a possibilidade de concentrar os pacientes em algumas unidades de saúde.

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E não é só isso, o secretário diz ainda ter pedido ajuda para a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), para a aquisição de cilindros e ainda o estudo por um decreto que garanta a prioridade nos abastecimentos do insumo em hospitais públicos.

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