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Vereador presta depoimento após morte do enteado de 4 anos; perito fala em ‘morte violenta’

O vereador e a mãe do menino, namorada dele, levaram Henry Borel Medeiros, de 4 anos, ao hospital, alegando dificuldades para respirar.

Reprodução/Divulgação

A morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, vem sendo investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Tudo começou no dia 8 de março, quando Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida, mãe do menino, e seu namorado, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, levaram Henry até uma unidade de Saúde particular. No local, os dois afirmaram que a criança estava apresentando dificuldade para respirar. As informações foram divulgadas pelo jornal Extra.

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No entanto, após a morte do menino, o laudo de exame de necrópsia contradisse o que foi dito pela mãe e padrasto de Henry. Isso porque o pequeno morreu em decorrência de uma hemorragia interna e laceração hepática, que teriam sido provocadas por uma situação contundente.

Além disso, de acordo com alguns peritos ouvidos pelo Extra, as equimoses, contusões e edemas listados no exame não seriam compatíveis com nenhum tipo de acidente doméstico.

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A mãe do menino e o Dr. Jairinho, como é conhecido o vereador, foram ouvidos pela polícia na última quarta-feira, 17, na 16ª Departamento de Polícia da Barra da Tijuca.

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Para o jornal Extra, o perito Carlos Durão, da Sociedade Brasileira de Medicina Legal, afirmou que as informações obtidas no laudo apontam uma “morte violenta”. Além disso, os profissionais ainda ressaltaram que uma queda seria pouco provável para explicar a origem das lesões traumáticas que eles observaram.

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Ainda ao Extra, em nota, o vereador afirmou estar se sentindo “triste” e “sem chão” após a morte do menino. Além disso, Dr. Jairinho diz ainda que a polícia está investigando todo o ocorrido e diz que irá ajudar eles a entender o que realmente aconteceu.

De acordo com o pai de Henry, Leniel Borel de Almeida, ele passou o fim de semana com o filho e o entregou para a mãe no domingo, 7, por volta das 19h. Horas depois, na madrugada do domingo, ele conta ter recebido uma ligação de Monique o comunicando que levaria Henry para um hospital. “Entreguei o menino perfeito”, lamentou o pai.

Ao encontrar com a mãe do menino, ela contou a Leniel que Henry havia feito um “barulho estranho” durante o sono. Diante disso, o pai questiona o que poderia acontecer com o seu filho dormindo para causar um acidente doméstico.

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